terça-feira, 17 de abril de 2012

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Gert Schinke discute o Saneamento
Financiamento de campanha, empresas do lixo e indicações políticas
Abobrinhas Ekoxatas
O PROGRAMA DE TÁXI MARÍTIMO ULTRA SECRETO

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A AGONIA DO PDP FÊNIX

Ressuscitado o Núcleo Gestor Municipal – NGM, em agosto de 2011, o “PDP fênix” já logo de início enfrenta sérias dificuldades para engrenar. Até o fim de 2011 nada se conseguiu aprovar de concreto no âmbito do NGM.
Virada do ano, muita festa para a construção que deitou e rolou durante dois anos em ver atrasado algum plano que viesse a, pelo menos, disciplinar um pouco a farra de licenciamentos criminosos que estão deformando nossa cidade, agora em fevereiro retomaram-se os trabalhos do NGM. Mas a primeira reunião já fez água quando a PMF chamou quorum regimental pontualmente às 19h. Ao constatar a falta de quorum, implodiu com a primeira reunião do ano que estava programada para o dia 02 de fevereiro. Com isso, perderam-se outros preciosos quinze dias no NGM.
A última, realizada no dia 16, quinta-feira, alcançou quorum e deliberou sobre um roteiro apresentado pela PMF para toda a finalização do processo, no qual não haveria Audiências Distritais, além de concentrar tudo em apenas três meses, estabelecendo uma data fajuta de 31.05 para a entrega do projeto final ao Prefeito.
Em combinação com outras lideranças distritais e de segmentos sociais ligados à “bancada popular” atuante no NGM, o Núcleo Gestor Distrital do Pântano do Sul, que represento nesse colegiado municipal, trabalhou para conseguir incluir as Audiências Distritais e expandir o prazo final para entrega do PDP para julho, o que, na prática, significa agosto ou setembro, provavelmente. Com essa vitória do movimento popular conseguimos retomar o processo em base minimamente participativa.
Foi uma grande vitória em meio a uma encarniçada guerra na qual a forte pressão por parte do setor da construção se comina perversamente com os interesses políticos que surgem em pleno ano eleitoral. E nós todos sabemos como funciona a dinâmica do processo eleitoral no país, palanque para todo tipo de oportunista, de demagogo, de palhaço que se aproveito do momento para tentar levar algum votinho. Pelo menos diante do povo presente nas audiências que já discutiu em todo o processo anterior, a demagogia e proselitismo se tornam mais difíceis e a chance de garantir mais demandas populares e ecológicas no texto final também aumenta.
A diferença da proposta da PMF original e a que conseguimos aprovar na reunião do NGM do dia 16.02, é que a primeira faria o processo “a frio”, 



evitando ampla participação popular, enquanto a aprovada, fará o processo “a quente”, pois garante maior participação popular, atendendo ao espírito do Estatuto da Cidade. Como diz o ditado gaúcho: “de gaita fechada não sai som algum”, e, por isso mesmo, temos que abrir a gaita do processo para que se escute o som do povo, com transparência, com democracia, com legitimidade. No entanto, a fênix ainda agoniza.

sábado, 31 de dezembro de 2011

FELIZ 2012

O capitalismo tem essa "enebriante e sedutora propriedade" de explorar pessoas e natureza ao mesmo tempo, lhe propondo alcançar uma espécie de nirvana do "desenvolvimento humano", aquilo que alguns denominam de "paraíso", cuja ante-sala seria o "inferno". O melhor que você pode fazer é corromper essa máquina a todo instante, se negando a ser explorado, a movimentar bugigangas inúteis e fúteis, sem consumir coisa alguma. E, surpreendentemente, poderá descobrir que você leva uma vida muito intensa, cheia de coisas para fazer.
Eu, por exemplo, tento imitar os índios o tempo todo, embora eles, ao contrário do que foi inculcado no senso comum pela elite carrapata (no dialeto marxista - a burguesia), volta e meia também trabalham, mas de forma colaborativa entre eles, e não exploratória como acontece na moderna sociedade industrial capitalista e nas eras que a antecederam. Tento, pois, ser índio também, ainda que bastante limitado, reconheço. Mas, tento, em permanente e indomável postura anti-capitalista e ecológica. Coisa de birra, de ekoxato mesmo, que me deixa orgulhoso.
Em 2012, recomendo que você consuma menos, não se deixe explorar, denuncie todo tipo de patife e patifaria, doa a quem doer. Faz bem pra cabeça. Faça a coisa certa: seja mais índio, mais ecológico, o caminho para ser mais feliz, mais contemplativo, mais humano, menos autômato. Tudo aquilo que o capital NÃO deseja que você faça. Acredite, ele "morre de medo" que você faça isso - desrespeitar suas regras. Como antídoto, um carguinho, um presentinho...
E lembre-se, toda revolução começa com um primeiro passo, e este, é você mesmo que tem que dar. Comece por deixar o sofá em frente à TV e vá praticar "luta de classes" junto ao povo.
Eco-amplexos convexos desejando boas festas e boas lutas anti-capitalistas em 2012.
Gert Schinke

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Um mundo ecologicamente orientado

ELAINE TAVARES
Palavras Insurgentes
domingo, 11 de dezembro de 2011


Gert Shinke é um homem que incomoda e desaloja certezas. Ele mexe com os paradigmas, aponta o dedo e exige mudanças. Ecologista, eco-bom, eco-protetor. Não quer nem ouvir falar de “desenvolvimento sustentável”, pois sabe muito bem que isso é maquiagem do capitalismo, que busca se enfeitar para enganar os trouxas. Não há sustentabilidade num processo de especulação, busca do lucro, exploração. Então ele apresenta novos conceitos, provoca viragens. “A única saída é um desenvolvimento ecologicamente orientado. Um modo de vida que não leve o mundo à destruição, que retome o equilíbrio com a natureza”, diz. E insiste que isso é possível.

Tem um bocado de gente que não gosta do Gert. Alguns “acusam” ele de querer ser vereador. Daí andar por aí com sua indefectível camisa amarela vociferando contra os vilões que depredam a natureza. Eu gosto dele, e gosto que ele queira ser vereador. Porque é bom que a gente tenha gente assim, honesta, verdadeira, que diz o que quer ser e o que quer fazer, às claras, sem véus.

Ontem, ouvindo-o falar sobre esse modelo de desenvolvimento ecologicamente sustentável, lembrei uma cena da minha infância que há muito me havia fugido das retinas. Eu morava em São Borja, na beira do rio Uruguai e era comum, quando chovia muito, a gente sair de casa, indo para o Paso – bairro que ficava na beira do rio – para ver a enchente. E o incrível era que a enchente não era coisa ruim. Ela era hora de benção. As casas se erguiam na margem do rio em palafitas e raramente eram atingidas. O povo conhecia o rio, sabia dos seus maneios, como uma mulher que sabe do corpo de seu amado. Os balseiros iniciavam o transporte da madeira, aproveitando a correnteza, os guriatãs saltavam na água desde as casas e os homens jogavam a rede para pegar os dourados. Era um frenesi.

Nós, os que morávamos longe do rio, sempre fazíamos essa visita. Como se fosse um ritual. E meus olhos de criança se embriagavam do movimento das gentes, das balsas, do contrabando. Acho que foi aí que comecei a gostar de contar histórias. Aquela gente vivia em harmonia com o rio. Cada passo das suas vidas era ecologicamente orientado. Não havia surpresas nem desastres. E quando o rio baixava ainda fertilizava a terra para o plantio da mandioca.
Então eu penso, se houve um tempo em que a gente escutava a natureza, isso significa que podemos retomar. Há esperanças...

Lá no Rio Grande há uma música, inesquecível, a qual conta esse momento único da vida dos que nasceram na barranca do Uruguai. Divido com vocês o grande Noel Guarany... Balseiros do Rio Uruguai...


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Carta de Itacuruba para o governador Eduardo Campos, de Pernambuco

Nós, cidadãos, cidadãs e entidades promotoras e participantes da Caravana Antinuclear que percorreu, entre os dias 28 e31 de outubro de 2011, as cidades de Belém do São Francisco, Floresta, Itacuruba e Jatobá, em Pernambuco, ameaçadas pela possível instalação de uma usina nuclear, ao concluir a Caravana, dirigimo-nos às autoridades e a toda sociedade da região, do Nordeste e do Brasil. Através desta carta compartilhamos o resultado destes dias intensos de intercâmbio, aprendizagem e compromisso. Música, poesia, teatro, feira de ciências, fotos, cartazes, oficinas de desenho com crianças, palestras e debates foram oportunidades de informação farta e segura, que o povo da região soube aproveitar, já que não obtém das autoridades.
Uma conclusão cristalina fica da Caravana: O POVO NÃO QUER USINA NUCLEAR! Suas razões, se já eram suficientes após os desmantelos vividos com a megaobra da Barragem de Itaparica, ficaram ainda mais claras com as informações disponibilizadas pela Caravana. Não precisamos da energia termonuclear, porque ela é suja, perigosa e cara. Sob qualquer ponto de vista – social, ambiental, político, econômico e cultural – ela é insustentável e indefensável. Por que retomá-la neste momento, após o acidente de Fukushima, quando a maioria dos países dela desiste? O Programa Nuclear Brasileiro, até hoje desconhecido da sociedade, tem que ser imediatamente suspenso. Neste sentido, apoiamos a recém lançada Proposta de Emenda Constitucional Antinuclear de Iniciativa Popular.
Temos, como nenhum outro país, muitas e diversificadas fontes de energia: biomassa, solar, eólica, das marés – a serem desenvolvidas com respeito às pessoas e ao meio ambiente. Suspeita-se que a motivação da construção das usinas nucleares no Brasil é a produção bélica, nos levando a repudiá-las ainda mais.
O que a nossa região precisa não é de mais uma megaobra problemática, reavaliada e rejeitada pelas grandes potências mundiais, as mesmas que financiam o programa nuclear no Brasil. Carecemos de investimentos públicos como: educação, saúde, segurança, soberania alimentar e hídrica, economia popular e solidária, convivência com o semiárido, agilidade no processo de identificação e demarcação das terras tradicionais, revitalização do São Francisco, dentre outros. Para isso, contem com nosso apoio e participação. USINA NUCLEAR NÃO!
A hora grave vivida pela humanidade e pelo planeta exige de nós, mesmo ao revés de interesses econômicos, posturas éticas, de responsabilidade mútua pelo Bem-Comum das atuais e futuras gerações. A presença ainda numerosa de povos originários nesta região nos possibilita o resgate de suas tradições culturais, junto com a demarcação de seus territórios, para um diálogo intercultural e afirmação de utopias de “um outro mundo possível”, sem a ameaça nuclear.
Itacuruba, 30 de outubro de 2011.
Articulação Antinuclear Basileira - Articulação Popular São Francisco Vivo (SFVivo) - Articulação e Organização dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (APOINME) – Associação Ambientalista da Cidade de Camaragibe-PE  - Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB)  – Caritas NE2 – Centro Cultural Comunitário Direito de Ser/Itacuruba - Coalização Brasileira Contra as Usinas Nucleares - Comissão Pastoral da Terra (CPT) - Comunidades e Povos Indígenas dos Pankará, Pankararu, Tuxá, Pankararé, Atikum, Neopankararé – Comunidades Quilombolas Negros de Gilú, Poço dos Cavalos e Ingazeira / Itacuruba – Comunidade Quilombola Conceição das Crioulas/Salgueiro(PE) - Confraria do Rosário (Remanescentes de Quilombo)/Floresta – Confraria dos Romeiros de Floresta - Conselho Indigenista Missionário (CIMI) - Conselho Municipal de Meio Ambiente/Jatobá - Diocese de Floresta - Federação de Órgãos para a Assistência Social de Educação (FASE) - Fórum de Reforma Urbana de Recife (FERU) - Fundação Heinrich Böell - Greenpeace - Igrejas Evangélicas de Jatobá -  Movimento Ecossocialista de Pernambuco (MESPE) - Paróquias de Belém de São Francisco, Floresta, Itacuruba e Jatobá  - Pastoral dos Migrantes, Prefeitura de Jatobá –  Secretaria de Educação de Jatobá  - Secretaria de Cultura de Itacuruba – Secretaria de Educação de Floresta  –  Sindicato dos Professores de Floresta  – Sindicato dos Químicos de São Paulo-SP - União da Juventude Comunista (UJC) - entre outros.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

I- Primeiros passos da luta ambientalista no Brasil II- Sustentabilidade e desenvolvimento ecológico orientado


Entrevista  Porto Gente

  Meio Ambiente


Primeiros passos da luta ambientalista no Brasil 
Texto atualizado em 10 de Outubro de 2011 - 19h25
Vera Gasparetto de Florianópolis/SC
O internauta do Portogente vai conhecer o início da luta Ambientalista no Brasil, que começou no Rio Grande do Sul, mais precisamente em Porto Alegre, por um dos seus agitadores. Gert Schinke tem 55 anos de idade e há 37 anos é ecologista autodidata. Residente em Florianópolis (Santa Catarina), Schinke, que já foi vereador de Porto Alegre, preside o Instituto Para o Desenvolvimento de Mentalidade Marítima e é membro do Movimento Saneamento Alternativo.
Nesta primeira parte da entrevista, o gaúcho Schinke fala da criação da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiental Natural(Agapan), na década de 1970.
Portogente – Como se deu inicialmente a luta em defesa do meio ambiente no Brasil?
Gert Schinke –
 É preciso identificar melhor os diferentes períodos: até os anos 1970; dos anos 1970 até 2000; e o que ocorre na década atual. Até os anos 70, havia pouquíssimas entidades, todas voltadas a questões pontuais (sobre fauna, flora e parques, por exemplo), nenhuma de caráter claramente eco-político que enveredasse na superestrutura institucional e política. Sequer havia as chamadas entidades “guarda-chuvas”, as federativas de âmbito regional e alguma confederativa de âmbito nacional. Depois da década de 1970, impulsionado pela fundação da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), que teve entre seus fundadores o já falecido José Lutzenberguer, o movimento ecológico cresceu exponencialmente. Surgiu o “Manifesto Ecológico Brasileiro”, com redação do Lutz, um dos textos mais referenciais. Éramos “uma dúzia de gatos pingados”, mas nosso discurso fazia eco junto à população que começava a sofrer as mazelas da poluição, do desmatamento, da falta de proteção às águas e reservas naturais.


Para Schinke, maior potencial crítico ao sistema capitalista, hoje, vem do movimento ambientalista
Portogente – Em que período começou e quais eram as bandeiras?Minha militância começa em 1975 quando me filiei à Agapan, em plena luta contra a ditadura militar. Ao mesmo tempo, atuava no movimento estudantil, fazendo uma ponte entre os dois movimentos sociais. A maior luta, à época, se deu contra aBorregaard, fábrica de celulose no rio Guaíba, cuja fedentina atormentava Porto Alegre e região.
Portogente – De lá para cá como essa luta evoluiu?O movimento cresceu em tamanho e influência política, mas nem sempre acompanhado de qualidade e objetividade. Nos anos 1990, assistimos a uma enorme fragmentação, resultante da especialização trazida para o debate, combinado com as ingerências políticas de toda ordem. São poucas as entidades ecológicas que ainda conservam uma postura de atuação ampla, voltada à economia, à gestão do Estado, às políticas públicas conexas às questões ambientais, como saneamento e saúde, entre outras. Hoje o debate sobre meio ambiente requer ênfase nas questões econômicas, da energia, da produção, das tecnologias, numa dimensão que tem a política como elo comum. Essa visão é pouco compreendida, e até mesmo combatida pelos que querem ver o movimento ecológico ausente do debate sobre o modo de desenvolvimento e das decisões dos governos. Hoje, o maior potencial crítico ao sistema capitalista provém do movimento ecológico, fato que ocorre no mundo todo em função do desgaste dos partidos políticos.


Sustentabilidade e desenvolvimento ecológico orientado 
Texto publicado em 11 de Outubro de 2011 - 21h42
Vera Gasparetto de Florianópolis/SC
Na segunda parte da entrevista, o historiador e ambientalista Gert Schinke, gaúcho de Montenegro, mas hoje morador da ilha de Florianópolis (Santa Catarina), fala sobre a diferença entre sustentabilidade e “desenvolvimento ecologicamente orientado”.
Portogente – As pessoas e as empresas estão realmente criando consciência sobre a necessidade da defesa do meio ambiente?
Gert Schinke –
 Em parte sim, em parte não. Há, sem dúvida, mais consciência, mas esta não se traduz em ações práticas no âmbito individual, e coletivo menos ainda, tão pouco em uma cidadania que cobre ações governamentais mais urgentes e efetivas, a exemplo do que acontece com o saneamento básico, com o onipresente desmatamento, invasão de APPs [Áreas de Preservação Permanente]. No que diz respeito à reciclagem, estamos falando disso há 30 anos, e, com raras exceções, ela não passa de 5% na grande maioria dos municípios brasileiros, prova da falta de vontade política para avançar nessa e em outras áreas, como também na criação de novos parques naturais, para melhor “blindar” a natureza.
Portogente – O que é a sustentabilidade?
Esse conceito está ligado à questão do modo de produção, o capitalismo globalizado, no mundo de hoje. Está claro que é insustentável em longo prazo, evidenciado pelo cálculo incontroverso de que a humanidade precisa de vários planetas para sustentar o modo de vida atual. Diz-se que dois “apenas”. Temos que consumir menos de tudo, energia, comida, bugigangas, mas isso, porém, conspira contra o capitalismo, que vive sob o signo do crescimento infinito. Nós ecologistas dizemos que a verdadeira sustentabilidade só ocorrerá quando o modo de produção adotar a fórmula do “desenvolvimento ecologicamente orientado”. O tal “desenvolvimento sustentável”, jargão onipresente e hegemônico em quase todos os setores sociais, se mostrou claramente aquém para produzir as medidas necessárias para reverter o processo acelerado de degradação ambiental e o consumo irreversível dos insumos que sustentam a orgia material hoje reinante para uma minoria da população mundial. O total desequilíbrio é parte indissociável desse cenário ultrajante e desumano. Acordos internacionais, como a limitação dos gases do efeito estufa, entre outros, parecem cada vez mais utópicos.
Portogente – Qual sua opinião sobre o novo Código Florestal?Sobre o Código Florestal os ecologistas se aliam aos que defendem a moldura da lei atual, sem, no entanto, esquecer de trazer aprimoramentos ao projeto, mas nunca no sentido menos restritivo, enquanto os adversários do atual Código querem descaracterizá-lo, enfraquecê-lo, abrindo as brechas para inúmeras ações predatórias, na contramão do que o mundo clama nos dias atuais: mais conservação natural e maior proteção aos recursos.

 Veja o vídeo:
O Consumismo