terça-feira, 17 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
Noite dos Novos Parques para Florianópolis
Na noite do dia 6, quarta-feira,
realizamos com grande sucesso o evento de apresentação de novos parques
naturais e culturais na capital, na SALA VERDE da UFSC, evento este que contou
com a presença de 30 lideranças ecologistas da cidade e simpatizantes do nosso
movimento, várias das quais proponentes das propostas que lá foram
apresentadas.
O ineditismo desse evento consistiu em
apresentar o conjunto das iniciativas em um único momento, justo para propiciar
uma visão de conjunto às pessoas sobre as áreas que ao longo da última década
são propostas para a criação de novas UCs.
Disso resultou uma identidade geral de
propósito entre os diversos grupos proponentes que estão agora mais solidários
entre si para defender essas propostas em conjunto, dessa forma materializando
o objetivo do evento e o papel unificador da FEEC no movimento ecológico.
O evento também resultou num posicionamento
coletivo de fazer da FEEC a plataforma de articulação política em torno dessas
propostas na capital, papel que nenhum dos demais grupos presentes poderia
fazer a contento, e se deliberou pela feitura de um documento em forma de
manifesto, o qual defenderá todas as iniciativas e será subscrito por todos os
grupos e outras entidades da capital que depois serão procuradas para tal. O
momento é mais que oportuno, pois diante da finalização do Plano Diretor da
capital.
FOI UM RESULTADO EXTREMAMENTE POSITIVO
INDICANDO UM AVANÇO OBJETIVO DO NOSSO MOVIMENTO NA CAPITAL E QUE NOS DEIXA
MUITO ESPERANÇOSOS NA CONQUISTA DE ALGUMAS DESSAS NOVAS UCz EM CURTO PRAZO.
Neste primeiro evento foram apresentadas as
propostas para os seguintes parques:
Parque das Dunas Ingleses Santinho
Parque Ingleses Cachoeira do Bom Jesus
Parque Cultural do Campeche ( PACUCA)
Projeto Parque do Entorno Escolar da Armação do Pântano do Sul
Parque Três Pontas apresentado
Parque Natural do Pântano do Sul
Saudações ecológicas,
Parque Ingleses Cachoeira do Bom Jesus
Parque Cultural do Campeche ( PACUCA)
Projeto Parque do Entorno Escolar da Armação do Pântano do Sul
Parque Três Pontas apresentado
Parque Natural do Pântano do Sul
Saudações ecológicas,
Gert Schinke
Coordenador Geral da FEEC
ET: Até hoje, dia 8, nem Governo do Estado,
nem Prefeitura Municipal de Florianópolis, nem SPU deram retorno sobre os
requerimentos apresentados no dia 16. O prazo venceu dia 6.
domingo, 3 de junho de 2012
FEEC CONVIDA: NOVAS PROPOSTAS DE PARQUES PARA FLORIANÓPOLIS
Na Semana do Meio Ambiente, um evento que trata verdadeiramente de ECOLOGIA!!!
A Federação de Entidades Ecologistas Catarinenses convida a todos para o evento de apresentação de PROPOSTAS DE NOVOS PARQUES PARA FLORIANÓPOLIS!
quinta-feira, 31 de maio de 2012
A mentira de Dilma e o Código Florestal
* do Greenpeace Brasil – publicado em PORTO GENTE – 29.05.12
A publicação nesta segunda-feira (28/05) no Diário Oficial do que restou do Código Florestal e da Medida Provisória que preenche suas lacunas joga na cara dos brasileiros a verdade sobre Dilma Rousseff: ela mentiu para seus eleitores quando prometeu guardar as florestas do país.
A nova legislação ambiental tem tudo o que os ruralistas sempre sonharam. Anistia? Certamente: as multas por desmatamento feito até 2008 foram perdoadas. Menor área a ser recuperada? Tem sim, senhor: as áreas de proteção permanente (APPs) foram reduzidas. Premiação a quem desmatou? Claro: além de facilidades para zerar o passivo, ele ainda pode plantar eucalipto ou qualquer outra exótica onde antes só valia floresta nativa.
Dilma ainda desdenhou da aliança do seu partido com movimentos sociais do campo, ao estender benefícios da agricultura familiar a qualquer um que tenha uma propriedade de até quatro módulos. Aliás, é pior: ela usou a mesma máscara de "proteção aos pequenos", que os ruralistas vestiram para justificar suas maldades no Congresso, ao publicar seu código do desmatamento.
Ao comparar a lei que vigorava no Brasil até a semana passada e o novo Código Florestal, é muito claro que Dilma quis reduzir a proteção às florestas em vez de fortalecê-la. "O governo mentiu na semana passada. Ele preservou a coluna vertebral da proposta ruralista ao Código Florestal, com anistia e tudo mais", explica Marcio Astrini, da campanha Amazônia do Greenpeace. "Com a nova lei, as florestas perdem e o desmatador ganha."
Dilma consolida seu lugar na história como a pior presidente das últimas décadas para o meio ambiente. Após 18 meses no cargo, ela não criou uma única unidade de conservação. Mas diminuiu o tamanho de várias, sobretudo na Amazônia, para plantar nelas grandes hidrelétricas e projetos de mineração. Dilma tirou poderes do Ibama, órgão que fiscaliza crimes ambientais, e ainda permite o ataque da mesma bancada ruralista que retalhou o código às terras indígenas.
É um legado de vergonha. "Os instrumentos de combate e controle do desmatamento diminuíram. O código não sofreu uma única modificação que aumente a proteção ambiental, e desdenha daqueles que cumpriram a lei", afirma Astrini.
Não é mais possível confiar no governo como guardião das florestas. Salvá-las está unicamente nas mãos do povo brasileiro – que foi ignorado por Dilma durante a reforma do Código Florestal, apesar de dizer claramente que prefere a preservação e a recuperação de suas matas. Congresso e governo, de mãos dadas, fizeram uma lei de destruição das florestas. Agora os brasileiros farão uma lei pelo desmatamento zero, por meio de um projeto de iniciativa popular para desligar as motosserras. Nos moldes da campanha da Ficha Limpa, ela precisa de 1,4 milhão de assinaturas de eleitores para chegar ao Congresso.
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